quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Frango Assado com Batatas, Pimentão e Cebolas


Depois de um mês de novembro sem receitas devido a constantes viagens, nesta terça-feira minha esposa pediu para eu fazer um frango assado. Entretanto, ela queria um frango assado com legumes também, pois ela diz que minhas receitas são carnívoras demais. Além disso ela queria um prato bonito para se ver. Bem, topei o desafio e resolvi montar um frango com batatas. Bem, podemos dizer que o frango foi aceito...
Aqui vai a receita para 04 pessoas:
01 kg de coxinhas da asa
01 pimentão vermelho em rodelas
06 dentes de alho inteiros e com casca
01 cebola em rodelas
02 colheres de sopa de gengibre
01 pacote de creme de cebola
02 ramos de alecrim
02 a 03 batatas cortadas em pedaços grandes
Sal e pimenta branca a gosto.

Modo de Fazer
Tempere o frango com o creme de cebola, sal, pimenta e o alecrim (com o ramo, sem despedaçar as folhinhas). Deixe no tempero por 2 horas. Vai ficar como uma pasta, devido ao creme de cebola, mas é normal. Outra coisa, coloque menos sal do que se fosse temperar de maneira normal, pois o creme de cebola já possui um pouco de sal.
Cozinhe as batatas, sem tempero algum na água fervendo. Quando a água ferver, jogue as batatas e deixe cozinhando por apenas 5 minutos e tire (ela vai estar dura, é normal).
Coloque o frango, as batatas e o alho com casca e tudo em um refratário. No alho, só corte aquela crosta que liga o alho à cabeça. Deixe assando por 40 min em fogo médio (200 a 220 graus).
Quando der os 40 min, vire o frango e coloque o pimentão e a cebola por cima. Asse mais 40 a 50 min em fogo médio e sirva.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Prêmio Top Blog 2010

Bem gente, o assunto é meio off-topic. Meu blog sobre assuntos de economia (sim, também escrevo sobre isto, aliás, esta é minha real profissão, professor universitário) está concorrendo ao Prêmio Top Blog 2010.
O blog (http://professorscarpin.blogspot.com/) está classificado para a segunda fase, estando já entre os 100 melhores da categoria. A próxima fase agora é a votação para ficar entre os 3 melhores.
Para votar, é só clicar em http://www.topblog.com.br/2010/index.php?pg=busca&c_b=23111150 e votar. Vai ser pedido um email e depois, será enviado um email para que você valide o voto. O voto só será computado depois de validado.
Agradeço a compreensão e, desde já, o apoio de todos.

domingo, 17 de outubro de 2010

Paleta de Cordeiro com Shoyu


Esta é uma receita totalmente de criação minha, baseada em algumas que já comi e também meio do que eu chamo de "comida experimental", ou seja, experiência na cozinha mesmo. Bem, posso dizer que este experimento deu certo.

Ingredientes para 4 pessoas:
1,5 kg de paleta de cordeiro (peçam no açougue a menor que tiver, pois, normalmente, as paletas giram em torno de 2 kg).
6 dentes de alho picados ou amassados no pilão (não triturados).
2 colheres de sopa de gengibre em pó.
500ml de molho shoyu.
1 colher de chá de pimenta vermelha.
8 folhas de alfavaca rasgada em pedaços pequenos, a mão.
1 colher de chá de cominho.
sal a gosto (não muito, pois o shoyu já é salgado).

Modo de fazer:
Misture todos os temperos no shoyu, ficando um caldo. Tempere a carne com este caldo e leve para marinar na geladeira por cerca de 12 a 16 horas. Se o caldo não cobrir a carne inteira, é bom virar a carne para pegar tempero dos dois lados. Eu temperei a carne as 20hrs de sábado, a meia noite eu virei, deixei na geladeira, as 10 horas eu virei novamente e assei as 13hrs. Deixem mais tempo a parte do osso para cima, pois é onde há menos carne.
Leve ao forno médio (200 graus) por uma hora e meia, retirando o molho do tempero. A cada 40 minutos, regue a carne com o tempero, para não ressecar. Uma dica: quando der uma hora e 10 minutos, faça pequenos cortes na carne (para nao correr o risco de ficar mal passada) e jogue molho por cima, deixe mais 20 minutos e tire.
Acompanhamento ideal: cerveja, pois a carne fica bem forte. Como é tempo de oktoberfest aqui em Blumenau, estou fazendo pratos que harmonizem bem com cerveja.

Frango a Bucaneira - Receita Jamaicana

Esta receita deliciosa de frango foi extraída do livro Os Sabores da América de Rosa Belluzzo e fiz nesta sexta-feira (15/10) antes de ir para a Oktoberfest de Blumenau. O prato é bem apimentado (característica dos pratos caribenhos) e fica uma delícia com cerveja ou chopp (embora a intenção não tenha sido esta, mas ficou espetacular com acompanhamento com cerveja). Este prato, infelizmente, não tem foto, pois esquecemos de tirar a foto para o blog.

Ingredientes para 04 pessoas:
1 kg de sobrecoxa de frango.
04 bagas de pimenta da jamaica moída. Como eu não tinha pimenta da jamaica, muito menos em baga, usei 1 colher (chá) cheia de pimenta vermelha.
02 dentes de alho.
02 colheres (sopa) de gengibre ralado (usei gengibre em pó, por não ter gengibre ralado à mão).
02 colheres (sopa) de açúcar mascavo.
1 colher (sopa) de mostarda em pó (como eu não tinha mostarda em pó, usei mostarda em grão, o que deu o mesmo efeito).
1 colher (café) de canela em pó.
100 ml de azeite de oliva.
50 ml de vinagre de cidra.
Suco de meio limão.
Sal a gosto.

Modo de Fazer:
Bata os temperos no liquidificador adicionando o limão, azeite e vinagre até ficar uma pasta.
Tempere o frango com esta pasta e deixe marinar na geladeira por, no mínimo, 02 horas (eu deixei 04 horas).
Asse o frango por 60 minutos a 200 graus, virando o frango de vez em quando para dourar dos dois lados.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Vegetarianismo e a questão da vida

Tenho muitos amigos vegetarianos e eu, carnívoro (acho que as receitas do blog já sugerem isto) comecei a questionar a razão delas serem vegetarianas. Encontrei algumas:

1. Motivos de saúde: a digestão da carne lhe faz mal.

2. Gosto pessoal: a pessoa simplesmente não gosta de carne.

3. Razões atléticas: a carne não contribui em nada para o aumento da elasticidade dos músculos.

4. Por razões de consciência: não como animais.

Quanto às três primeiras razões, não discuto, acho extremamente válido. Entretanto, a quarta razão me intriga e fui fazer algumas pesquisas sobre isto.

Vamos a elas. O que é, exatamente, o vegetarianismo? Segundo o site da Sociedade Vegetariana Brasileira,

"Ser vegetariano, do ponto de vista nutricional, significa apenas não se alimentar de carnes de qualquer tipo (vaca, frango, peixe, carneiro, avestruz, escargô, frutos do mar...) e nem de produtos que contenham esses alimentos. O vegetariano não come nada que fuja, esboce reação de fuga ou sofrimento quando está vivo." (http://www.svb.org.br/folhetos/Oqueeservegetariano.htm). Achei esta definição interessante, mas vaga. Vou citar alguns exemplos: ostra é um animal que não foge, não esboça reação de fuga ou sofrimento, logo, posso comer ostra e ser vegetariano? E marisco, pode?

Entretanto, esta não é a questão que mais me inquieta, mas sim, o conceito de vida. Se eu não como carne, para não infligir sofrimento aos animais, por que eu como vegetais que preciso matar para comer? Acaso, a vida animal vale mais que a vida vegetal? Me desculpem quem pensa assim, mas acho isto uma hipocrisia. Se somos tão civilizados a ponto de não precisar matar uma vida animal para comer, por que matamos vida vegetal? Se quiserem, façam uma experiência: peguem um estetoscópio (aquele aparelho que médicos usam para ouvir nosso coração) e coloquem no caule de uma árvore grande. Ouviremos um som de líquido pulsando. Sabem o que é isto? É a seiva (o sangue da árvore) indo das raízes para as folhas. Logo, isto é ou não é um ser vivo que merece nossa piedade e compaixão?

A propósito da discussão sobre o que é vida, recomendo dois artigos, um em português, da Revista eletrônica do Departamento de Química – UFSC (http://www.qmc.ufsc.br/qmcweb/artigos/vida.html) que trata do aspecto químico e biológico da vida e um em inglês do filósofo Carl Zimmer, publicado na Seed Magazine (http://seedmagazine.com/content/article/the_meaning_of_life/).

A propósito, seguem aqui alguns exemplos da crueldade praticada por todos nós, vegetarianos ou não, contra os vegetais:

a) Palmito: sabem aquele palmito saboroso que usamos para fazer nossas saladas? Segue o que diz um texto do Wikipédia (apesar de eu não gostar do site, o texto é bom): "A extração do palmito implica na morte da palmeira, uma vez que seu meristema apical é eliminado. Por isso, mesmo com sua introdução ao cultivo, a extração de palmito na natureza tem colocado em risco as espécies das quais é obtido, sobretudo a espécie Euterpe edulis, a espécie mais procurada. Os palmitos de pupunha e açaí têm sido aplicados como alternativas para diminuir a ameaça de extinção do palmiteiro tradicional." (http://pt.wikipedia.org/wiki/Palmito). O que isto significa? Significa que, para comer o seu palmito diário, você assassinou um palmiteiro, que levou anos para crescer e, quanto mais macio o palmito é, mais na flor da idade aquela árvore estava. Portanto, comedor de palmito = assassino de palmiteiros.

b) Soja e feijão: usadas como alternativas protéicas à carne. Sabe como a soja e o feijão são colhidos? Vamos lá. Este eu não preciso de referência, fui nascido e criado em Londrina, uma das principais regiões de cultivo de soja no Brasil e o mesmo processo da soja vale para o feijão. A soja é plantada e, ainda viva, é assassinada por uma lâmina super afiada que simplesmente degola a planta, assassinando-a. Muitos podem dizer que o assassinato é cometido no final da vida da planta, um pouco antes dela morrer. Mas, assassinato é assassinato e, da mesma forma que não devemos comer galinha velha, também não devemos comer soja velha.

c) Arroz e trigo: base da nossa alimentação, tem como processo de assassinato o mesmo da soja e do feijão, ou seja, matamos a planta para comê-las.

d) Mandioca (aipim ou macaxeira): a mandioca ou aipim ou macaxeira é colhida arrancando a planta do solo, sem dó nem piedade. Na verdade, comemos a raiz da planta, ou seja, para comermos a raiz, temos que assassinar a planta. E sabem por que umas são mais macias e do que outras? Simples, as mais novas, com mais amido, são mais macias, as velhas, já com menos amido, se tornam mais duras. Resumindo: para comermos mandioca macia, devemos assassinar a planta na flor da idade. Acho isso meio cruel, ela deve sofrer.

e) Milho: idem as outras. O milho precisa também ser assassinado para ser colhido. O problema é como. A máquina que colhe trigo é horrível (fotos neste link: http://www.google.com.br/images?hl=pt-br&q=colheitadeira%20de%20milho&rlz=1B3GGLL_pt-BRBR374BR375&um=1&ie=UTF-8&source=og&sa=N&tab=wi&biw=1280&bih=545) . A máquina tem garras de metal, que parecem furadeiras gigantes. Entram arrastando a planta, arrancando-a do chão e matando-a sem piedade. E sabe aquelas espigas clarinhas e macias? Para comermos aquela espiga é simples, basta matarmos a planta ainda jovem. Não quero comer aquela espiga de grãos amarelo escuro e duro? Simples, não mate a planta velha, deixem a planta viver menos.

e) Cenoura: esta é interessante. Extraí do livro O cozinheiro cientista de Diego Golombek e Pablo Schwarzbaum. Este texto que vou reproduzir está na página 74 e vou transcrever de maneira fiel ao livro, quando ele retrata uma experiência com cenouras:

"Precisamos de duas cenouras, mas temos que escolher bem: que sejam frescas e tenham cabos e folhas inteiros nas pontas. Corta-se todo o verde de uma das cenouras, e guardam-se as duas na geladeira, em sacos plásticos individuais, durante uma semana. E agora a prova de fogo: será preciso comer um pouco de cada uma e descobrir qual delas está melhor... Para evitar tanto suspense: a cenoura sem folhas parece que está melhor. Por quê? Porque... ESTÁ VIVA! A cenoura é parte da raiz da planta. Quando deixamos as folhas, elas continuam usando nutrientes e água da raiz, o que a torna mais insípida e seca." E você ainda vai comer cenoura? Vai comer uma coisa viva? Como você é cruel...

E, para finalizar, a criação de animais está contribuindo para a derrubada de florestas etc. Isto não é um problema apenas da pecuária e sim da agropecuária, ou seja, florestas sendo derrubadas para produzir alimentos. Entretanto, isto é outra história que vou voltar a ela no futuro.
Bem, acho que é mais ou menos isto. Ainda teria as hortaliças, alface, couve etc. que arrancamos o pé inteiro para comer e, quanto mais jovem, mais macias as plantas. Cruel, não?

Da minha parte, acho que todo excesso é ruim. Portanto, se quiserem proteger mesmo a vida, comam apenas frutos caídos do chão (como os mais radicais fazem). Da minha parte, já me considero evoluído na cadeia alimentar para poder comer tanto comida de origem animal, quanto vegetal. É isso aí.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Anchova assada com banana


Depois de um bom tempo sem postar novas receitas (absoluta falta de tempo de cozinhar), segue uma que fiz no domingo, uma anchova com pedaços de banana. Esta foi criação minha, baseada em algumas coisas que já comi.
Particularmente, ficou uma delícia.

Ingredientes para 4 pessoas
1 anchova média espalmada (1,5 kg mais ou menos)
1 cebola grande picada
6 dentes de alho picados
1 banana verde (começando a madurar) descascada picada
suco de 2 limões
Sal, pimenta, azeite, alfavaca e açafrão a gosto

Modo de fazer:
Tempere a anchova com sal, pimenta e açafrão. Jogue o suco dos limões por cima. Então cubra com a mistura de cebola e tomate e, finalmente, cubra com folhas de alfavaca. Cubra com papel alumínio ou filme plástico e leve à geladeira por uma noite, de preferência, já no refratário que vai usar para assar.
No dia seguinte, tire as folhas de alfavaca, regue com azeite (o azeite vai se misturar com o suco de limão e vai ficar um pouco sobrando no refratário. Não tem problema, aliás, jogar este caldo no peixe depois de pronto fica muito bom)
Logo após, cubra com pedacinhos de banana e leve ao forno médio (200 a 220 graus) envolto no papel alumínio por cerca de 40 minutos. Retire o papel alumínio e deixe no forno, na mesma temperaturo por mais meia hora, ou até o peixe ficar bem firme.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Belo Horizonte - Comida Persa

A primeira dica que tenho para quem mora ou vai para Belo Horizonte é o restaurante Amigo do Rei. O restaurante é especializado em comida persa (iraniana). A proprietária, Nasrin, é uma iraniana muitíssimo simpática que cuida de forma quase artesanal do restaurante.
Algumas curiosidades:
A casa é pequena (umas 7 ou 8 mesas apenas), portanto, reservar uma mesa com antecedência é uma boa pedida.
A culinária persa é fortemente baseada em carne de cordeiro e berinjela, porém, o cordeiro da comida persa não tem nada a ver com o cordeiro da comida árabe e não diria que é melhor ou pior, mas sim, diferente.
A casa mantém os pratos e costumes persas, ou seja, a proprietária não vai te servir uma porção de arroz branco para acompanhar um prato que não o tenha. Além disso, os persas não usam faca para comer. Eles comem com colher e usam o garfo para ajudar a por a comida na colher (mais ou menos como usamos a nossa faca). Sendo assim, como eles cortam a carne? Eles não cortam, nos pratos persas, a carne é sempre em cubos e, pelo grande tempo em cozimento, ficam extremamente macias.
O cardápio é composto de 6 pratos básicos (todo dia tem) e alguns pratos que tem só de vez em quando, portanto, se você for ao restaurante mais de uma vez, pode não encontrar os mesmos pratos.

Minha esposa pediu uma berinjela, chamada de Shikamparêh. É uma berinjela em formato de barca, com carne moída bem magra dentro (mas não tem gosto da nossa carne moída, pelos temperos utilizados) e um pouco picante. É servido com um pão folha (mais ou menos similar ao pão sírio, mas mais fino, talvez como uma massa de panqueca). A foto do prato é esta:


Já o prato que eu comi se chama Eslambolí Poló. É um prato a base de cordeiro, com um arroz com molho de tomate muito suave e um pernil de cordeiro em pedaços. O sabor é muito bom, pois o cordeiro é fortemente temperado com especiarias (que é claro que a proprietária não revela quais são nem sob tortura) com um toque de queijo por cima (no restaurante, usa-se o Grana Padano). Eis a foto do prato.


Em relação ao preço, sem vinhos, tomando cerveja e refrigerante de maneira moderado, o casal vai gastar por volta de R$ 150,00. Entretanto, o restaurante vale cada centavo.

Viagem a Minas Gerais no Feriado de 07/09 - Dicas Gastronômicas e de Hospedagem

Neste feriado resolvi descansar um pouco. Aproveitando o feriado de aniversário da cidade de Blumenau (02/09) e da Independência do Brasil (07/09), decidi, juntamente com minha esposa, tirar uns dias de férias para viajar para Minas Gerais, visitando Belo Horizonte e região, Tiradentes, São João Del Rei, Mariana e Ouro Preto.
Seguem, nos próximos posts, algumas dicas do que de melhor eu passei na viagem, em termos gastronômicos e de hotelaria.

domingo, 29 de agosto de 2010

Sopa com Carne

A carne na sopa deve ser, antes de ir para a sopa propriamente dita, frita, pré-cozida ou nenhuma das anteriores?
Para responder a esta pergunta, vamos a um excelente livro, para os mais curiosos, chamado "O Cozinheiro Cientista" de Diego Golombek e Pablo Schwarzbaum.
Quando fritamos ou pré-cozinhamos a carne, fazemos o que é popularmente conhecido como "selar" a carne. Isto é bom? Se você estiver querendo fazer uma carne, é ótimo, pois, ao selar a carne, promovemos uma rápida cocção (para saber mais sobre cocção, veja http://mdemulher.abril.com.br/culinaria/colunistas/yuri-ferrari-ogurtsova/metodos-de-coccao-502736.shtml), fazendo com que o gosto fique na carne.
Porém, quando fazemos uma sopa com carne, não queremos que o gosto fique na carne, mas sim que se espalhe pela água da sopa. Portanto, ao fazermos uma sopa com carne, a carne deve ser colocada crua, para que o processo de cocção fique bem mais lento e não aconteça a selagem da carne.
Portanto, senhores, senhoras e senhoritas, em sopa com carne, carne crua direto na água da sopa, deixando com que ela cozinhe e libere seu belo sabor para toda a sopa.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Hackepeter

Esta notícia saiu hoje no Jornal de Santa Catarina (http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa/4,180,3002511,15278)

Hackepeter famoso

O diretor-executivo da Casas Bahia, Michael Klein, esteve em Blumenau ontem. Depois de conhecer as obras do Shopping Park Europeu, com quem está negociando um espaço comercial, o empresário seguiu para o Restaurante Frohsinn, onde pediu um hackepeter, iguaria alemã feita com carne crua e especiarias. Gostou tanto que levou uma porção embalada.

Segundo o proprietário do Frohsinn, Carlos Caniceiro, foi a primeira vez que alguém pediu o prato para viagem.

Por falar em Frohsinn, em época de Febratex, o restaurante comemora o movimento 200% maior que o normal no primeiro dia da feira.

– Foi melhor que o Dia dos Namorados – avalia Caniceiro.


Então, quem quiser a receita do Hackepeter, basta entrar neste post aqui do blog (http://receitasdonego.blogspot.com/2010/02/hackepeter.html)