terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Costela de boi frita


Esta é uma receita muito fácil de se fazer. Eu comia, quando criança, em um restaurante chinês em Londrina-PR e resolvi ver se conseguia fazer igual. Bem, igual não ficou, mas ficou deliciosa.

Ingredientes para 02 pessoas
01 pedaço de costela com 3 ossos (mais ou menos meio quilo ou um pouco mais)
Sal, pimenta, salsinha, cebolinha e alho granulado a gosto.

Modo de fazer
Tempere a costela com sal e pimenta e deixe no tempero por cerca de meia hora.
Asse em fogo baixo (180 graus) por 60 minutos, ou até que ela fique mal passada por dentro.
Deixe esfriar um pouco. Corte em 03 pedaços (um osso para cada pedaço).
Frite na manteiga até ficar bem passada. Não embebede na manteiga, não é como fritar frango ou batata frita e sim como fritar ovo, tendo que mexer e virar sempre.
Salpique cebolinha, salsinha e o alho granulado por cima e sirva. Se quiser, pode comer com molho shoyu quem gosta (eu, particularmente, gosto).

domingo, 12 de dezembro de 2010

Sopa de Peixe com Batata


Hoje no almoço fiz a moqueca de peixe do blog (http://receitasdonego.blogspot.com/2009/12/moqueca-de-peixe.html) e fiquei com um problema. O que fazer com o pouco que sobrou? Não era em quantidade suficiente para uma nova refeição e não tenho hábito de jogar comida fora. Normalmente, as sobras de carne eu guardo para um arroz a carreteiro (http://receitasdonego.blogspot.com/2009/12/arroz-carreteiro-da-mari.html), mas com peixe isto não dá certo.
Minha esposa então sugeriu uma sopa e fui procurar na internet para ver se era possível. Juntando várias receitas e com os ingredientes que eu tinha em casa, resolvi fazer uma.

Ingredientes para 02 pessoas

02 postas de peixe já cozidas
Caldo do peixe cozido (se for peixe em molho ou moqueca, use a sobra do caldo também)
01 Cebola picada
04 dentes de alho picados
400 gramas de batata picadas em pedaços médios (o tamanho suficiente para não precisar cortar).
Sal, pimenta, açafrão a gosto e uma pitada de curry
Água

Modo de fazer
Refogue a cebola e o alho no óleo ou azeite. Depois, jogue o peixe, o caldo e as batatas picadas não cozidas. O total de caldo deve ficar entre 1 litro a 1,5 litro. Como normalmente não sobra tanto caldo assim, deve-se completar com água.
Tempere com o sal, pimenta e açafrão (não esqueça que o molho já vai estar temperado, então cuide para o caldo não ficar salgado demais. Recomendo que experimente aos poucos) e jogue uma pitada de curry.
Tampe a panela e deixe no fogo alto até a água ferver. Quando ferver, deixe no fogo baixo por 40 minutos e sirva.
Se quiser, pode comer com queijo ralado por cima ou então com pão, molhando na sopa para comer.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Postas de Salmão Assadas com Lulas e Legumes


Esta é uma receita também de criação minha. Quis fazer um prato de salmão diferente, mas com sabores que harmonizam. A tentativa valeu a pena, ficou muito bom.

Ingredientes para 4 pessoas:
1,5kg de Salmão em postas grossas (se comprar o anel todo, dá, aproximadamente, 2 postas)
600 gr de batatas miúdas (normalmente já tem no mercado embaladas)
600 gr de lula cortadas em anéis
300 gr de vagem
1 pimentão vermelho em rodelas
1 cebola roxa em rodelas
8 dentes de alho com casca
suco de 3 limões
200 a 250 ml de azeite extra virgem
Sal, alfavaca, manjericão e pimenta branca a gosto. Normalmente uso 2 folhas de alfavaca para 1 de manjericão. Neste prato usei 8 folhas de alfavaca e 4 de manjericão.

Modo de fazer
Corte o peixe em postas menores (se tiver apenas 2 grandes postas) e tempere junto com as lulas com o azeite, suco de limão, alfavaca, manjericão e sal. Deixe marinando por 3 horas.

Depois de 2 horas, jogue o alho nesta mistura e deixe ele na uma hora restante.
Cozinhe as batatas em água com sal. Deixe cozinhando por 20 minutos depois que a água ferver.
Coloque em um refratário grande o salmão, as batatas e todo o molho do tempero (pode tirar as folhas se quiser), com exceção do alho. Por cima do salmão, coloque as lulas. Coloque os alhos dentro dos anéis das lulas (vai ter bem mais lula do que alho, então coloque dentro dos anéis maiores).
Por fim, cubra tudo com cebola, pimentão e vagem (nesta ordem).
Leve ao forno médio (200 a 220 graus) por 60 minutos. Para finalizar, aumente o fogo para 260 graus e deixe mais 15 minutos até que tudo esteja assado.
Sirva com um arroz branco.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Molho de Alho com Azeite da D. Eliane


No final de semana passado fui a uma fazenda de uns amigos na cidade de Pinhão, Estado do Paraná (não sabe onde fica? Veja aqui no mapa - http://maps.google.com.br/maps?hl=pt-br&lr=&rlz=1B3GGLL_pt-BRBR374BR375&q=mapa%20pinh%C3%A3o%20PR&um=1&ie=UTF-8&sa=N&tab=wl) e lá estava a Dona Eliane, uma cozinheira de mão cheia que me ensinou a fazer este molho de azeite de oliva com alho.
Comemos com carneiro (ou cordeiro, depende de onde você mora) e suíno (ou porco, também depende de onde mora). Entretanto, usei com salmão e também ficou bom. Penso que com carne forte (vermelha ou peixe com característica forte, como salmão ou atum) fica muito bom e é fácil fazer.
Basta picar o alho pequeno. Não é triturar e nem moer, é picar mesmo. Quanto mais na hora de servir, melhor. Corte o suficiente para cobrir o pote para molho que estiver usando. Jogue azeite por cima, de modo que fique um dedo de azeite acima do alho (mais ou menos 4 a 5 cm). Jogue uma pitada de sal e mexa para pegar o gosto.
Quando o azeite for acabando, não é preciso repor o alho, basta colocar mais azeite e sal. Só reponha o alho se o pessoal começar a comer o alho, de tão bom que fica.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Frango Assado com Batatas, Pimentão e Cebolas


Depois de um mês de novembro sem receitas devido a constantes viagens, nesta terça-feira minha esposa pediu para eu fazer um frango assado. Entretanto, ela queria um frango assado com legumes também, pois ela diz que minhas receitas são carnívoras demais. Além disso ela queria um prato bonito para se ver. Bem, topei o desafio e resolvi montar um frango com batatas. Bem, podemos dizer que o frango foi aceito...
Aqui vai a receita para 04 pessoas:
01 kg de coxinhas da asa
01 pimentão vermelho em rodelas
06 dentes de alho inteiros e com casca
01 cebola em rodelas
02 colheres de sopa de gengibre
01 pacote de creme de cebola
02 ramos de alecrim
02 a 03 batatas cortadas em pedaços grandes
Sal e pimenta branca a gosto.

Modo de Fazer
Tempere o frango com o creme de cebola, sal, pimenta e o alecrim (com o ramo, sem despedaçar as folhinhas). Deixe no tempero por 2 horas. Vai ficar como uma pasta, devido ao creme de cebola, mas é normal. Outra coisa, coloque menos sal do que se fosse temperar de maneira normal, pois o creme de cebola já possui um pouco de sal.
Cozinhe as batatas, sem tempero algum na água fervendo. Quando a água ferver, jogue as batatas e deixe cozinhando por apenas 5 minutos e tire (ela vai estar dura, é normal).
Coloque o frango, as batatas e o alho com casca e tudo em um refratário. No alho, só corte aquela crosta que liga o alho à cabeça. Deixe assando por 40 min em fogo médio (200 a 220 graus).
Quando der os 40 min, vire o frango e coloque o pimentão e a cebola por cima. Asse mais 40 a 50 min em fogo médio e sirva.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Prêmio Top Blog 2010

Bem gente, o assunto é meio off-topic. Meu blog sobre assuntos de economia (sim, também escrevo sobre isto, aliás, esta é minha real profissão, professor universitário) está concorrendo ao Prêmio Top Blog 2010.
O blog (http://professorscarpin.blogspot.com/) está classificado para a segunda fase, estando já entre os 100 melhores da categoria. A próxima fase agora é a votação para ficar entre os 3 melhores.
Para votar, é só clicar em http://www.topblog.com.br/2010/index.php?pg=busca&c_b=23111150 e votar. Vai ser pedido um email e depois, será enviado um email para que você valide o voto. O voto só será computado depois de validado.
Agradeço a compreensão e, desde já, o apoio de todos.

domingo, 17 de outubro de 2010

Paleta de Cordeiro com Shoyu


Esta é uma receita totalmente de criação minha, baseada em algumas que já comi e também meio do que eu chamo de "comida experimental", ou seja, experiência na cozinha mesmo. Bem, posso dizer que este experimento deu certo.

Ingredientes para 4 pessoas:
1,5 kg de paleta de cordeiro (peçam no açougue a menor que tiver, pois, normalmente, as paletas giram em torno de 2 kg).
6 dentes de alho picados ou amassados no pilão (não triturados).
2 colheres de sopa de gengibre em pó.
500ml de molho shoyu.
1 colher de chá de pimenta vermelha.
8 folhas de alfavaca rasgada em pedaços pequenos, a mão.
1 colher de chá de cominho.
sal a gosto (não muito, pois o shoyu já é salgado).

Modo de fazer:
Misture todos os temperos no shoyu, ficando um caldo. Tempere a carne com este caldo e leve para marinar na geladeira por cerca de 12 a 16 horas. Se o caldo não cobrir a carne inteira, é bom virar a carne para pegar tempero dos dois lados. Eu temperei a carne as 20hrs de sábado, a meia noite eu virei, deixei na geladeira, as 10 horas eu virei novamente e assei as 13hrs. Deixem mais tempo a parte do osso para cima, pois é onde há menos carne.
Leve ao forno médio (200 graus) por uma hora e meia, retirando o molho do tempero. A cada 40 minutos, regue a carne com o tempero, para não ressecar. Uma dica: quando der uma hora e 10 minutos, faça pequenos cortes na carne (para nao correr o risco de ficar mal passada) e jogue molho por cima, deixe mais 20 minutos e tire.
Acompanhamento ideal: cerveja, pois a carne fica bem forte. Como é tempo de oktoberfest aqui em Blumenau, estou fazendo pratos que harmonizem bem com cerveja.

Frango a Bucaneira - Receita Jamaicana

Esta receita deliciosa de frango foi extraída do livro Os Sabores da América de Rosa Belluzzo e fiz nesta sexta-feira (15/10) antes de ir para a Oktoberfest de Blumenau. O prato é bem apimentado (característica dos pratos caribenhos) e fica uma delícia com cerveja ou chopp (embora a intenção não tenha sido esta, mas ficou espetacular com acompanhamento com cerveja). Este prato, infelizmente, não tem foto, pois esquecemos de tirar a foto para o blog.

Ingredientes para 04 pessoas:
1 kg de sobrecoxa de frango.
04 bagas de pimenta da jamaica moída. Como eu não tinha pimenta da jamaica, muito menos em baga, usei 1 colher (chá) cheia de pimenta vermelha.
02 dentes de alho.
02 colheres (sopa) de gengibre ralado (usei gengibre em pó, por não ter gengibre ralado à mão).
02 colheres (sopa) de açúcar mascavo.
1 colher (sopa) de mostarda em pó (como eu não tinha mostarda em pó, usei mostarda em grão, o que deu o mesmo efeito).
1 colher (café) de canela em pó.
100 ml de azeite de oliva.
50 ml de vinagre de cidra.
Suco de meio limão.
Sal a gosto.

Modo de Fazer:
Bata os temperos no liquidificador adicionando o limão, azeite e vinagre até ficar uma pasta.
Tempere o frango com esta pasta e deixe marinar na geladeira por, no mínimo, 02 horas (eu deixei 04 horas).
Asse o frango por 60 minutos a 200 graus, virando o frango de vez em quando para dourar dos dois lados.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Vegetarianismo e a questão da vida

Tenho muitos amigos vegetarianos e eu, carnívoro (acho que as receitas do blog já sugerem isto) comecei a questionar a razão delas serem vegetarianas. Encontrei algumas:

1. Motivos de saúde: a digestão da carne lhe faz mal.

2. Gosto pessoal: a pessoa simplesmente não gosta de carne.

3. Razões atléticas: a carne não contribui em nada para o aumento da elasticidade dos músculos.

4. Por razões de consciência: não como animais.

Quanto às três primeiras razões, não discuto, acho extremamente válido. Entretanto, a quarta razão me intriga e fui fazer algumas pesquisas sobre isto.

Vamos a elas. O que é, exatamente, o vegetarianismo? Segundo o site da Sociedade Vegetariana Brasileira,

"Ser vegetariano, do ponto de vista nutricional, significa apenas não se alimentar de carnes de qualquer tipo (vaca, frango, peixe, carneiro, avestruz, escargô, frutos do mar...) e nem de produtos que contenham esses alimentos. O vegetariano não come nada que fuja, esboce reação de fuga ou sofrimento quando está vivo." (http://www.svb.org.br/folhetos/Oqueeservegetariano.htm). Achei esta definição interessante, mas vaga. Vou citar alguns exemplos: ostra é um animal que não foge, não esboça reação de fuga ou sofrimento, logo, posso comer ostra e ser vegetariano? E marisco, pode?

Entretanto, esta não é a questão que mais me inquieta, mas sim, o conceito de vida. Se eu não como carne, para não infligir sofrimento aos animais, por que eu como vegetais que preciso matar para comer? Acaso, a vida animal vale mais que a vida vegetal? Me desculpem quem pensa assim, mas acho isto uma hipocrisia. Se somos tão civilizados a ponto de não precisar matar uma vida animal para comer, por que matamos vida vegetal? Se quiserem, façam uma experiência: peguem um estetoscópio (aquele aparelho que médicos usam para ouvir nosso coração) e coloquem no caule de uma árvore grande. Ouviremos um som de líquido pulsando. Sabem o que é isto? É a seiva (o sangue da árvore) indo das raízes para as folhas. Logo, isto é ou não é um ser vivo que merece nossa piedade e compaixão?

A propósito da discussão sobre o que é vida, recomendo dois artigos, um em português, da Revista eletrônica do Departamento de Química – UFSC (http://www.qmc.ufsc.br/qmcweb/artigos/vida.html) que trata do aspecto químico e biológico da vida e um em inglês do filósofo Carl Zimmer, publicado na Seed Magazine (http://seedmagazine.com/content/article/the_meaning_of_life/).

A propósito, seguem aqui alguns exemplos da crueldade praticada por todos nós, vegetarianos ou não, contra os vegetais:

a) Palmito: sabem aquele palmito saboroso que usamos para fazer nossas saladas? Segue o que diz um texto do Wikipédia (apesar de eu não gostar do site, o texto é bom): "A extração do palmito implica na morte da palmeira, uma vez que seu meristema apical é eliminado. Por isso, mesmo com sua introdução ao cultivo, a extração de palmito na natureza tem colocado em risco as espécies das quais é obtido, sobretudo a espécie Euterpe edulis, a espécie mais procurada. Os palmitos de pupunha e açaí têm sido aplicados como alternativas para diminuir a ameaça de extinção do palmiteiro tradicional." (http://pt.wikipedia.org/wiki/Palmito). O que isto significa? Significa que, para comer o seu palmito diário, você assassinou um palmiteiro, que levou anos para crescer e, quanto mais macio o palmito é, mais na flor da idade aquela árvore estava. Portanto, comedor de palmito = assassino de palmiteiros.

b) Soja e feijão: usadas como alternativas protéicas à carne. Sabe como a soja e o feijão são colhidos? Vamos lá. Este eu não preciso de referência, fui nascido e criado em Londrina, uma das principais regiões de cultivo de soja no Brasil e o mesmo processo da soja vale para o feijão. A soja é plantada e, ainda viva, é assassinada por uma lâmina super afiada que simplesmente degola a planta, assassinando-a. Muitos podem dizer que o assassinato é cometido no final da vida da planta, um pouco antes dela morrer. Mas, assassinato é assassinato e, da mesma forma que não devemos comer galinha velha, também não devemos comer soja velha.

c) Arroz e trigo: base da nossa alimentação, tem como processo de assassinato o mesmo da soja e do feijão, ou seja, matamos a planta para comê-las.

d) Mandioca (aipim ou macaxeira): a mandioca ou aipim ou macaxeira é colhida arrancando a planta do solo, sem dó nem piedade. Na verdade, comemos a raiz da planta, ou seja, para comermos a raiz, temos que assassinar a planta. E sabem por que umas são mais macias e do que outras? Simples, as mais novas, com mais amido, são mais macias, as velhas, já com menos amido, se tornam mais duras. Resumindo: para comermos mandioca macia, devemos assassinar a planta na flor da idade. Acho isso meio cruel, ela deve sofrer.

e) Milho: idem as outras. O milho precisa também ser assassinado para ser colhido. O problema é como. A máquina que colhe trigo é horrível (fotos neste link: http://www.google.com.br/images?hl=pt-br&q=colheitadeira%20de%20milho&rlz=1B3GGLL_pt-BRBR374BR375&um=1&ie=UTF-8&source=og&sa=N&tab=wi&biw=1280&bih=545) . A máquina tem garras de metal, que parecem furadeiras gigantes. Entram arrastando a planta, arrancando-a do chão e matando-a sem piedade. E sabe aquelas espigas clarinhas e macias? Para comermos aquela espiga é simples, basta matarmos a planta ainda jovem. Não quero comer aquela espiga de grãos amarelo escuro e duro? Simples, não mate a planta velha, deixem a planta viver menos.

e) Cenoura: esta é interessante. Extraí do livro O cozinheiro cientista de Diego Golombek e Pablo Schwarzbaum. Este texto que vou reproduzir está na página 74 e vou transcrever de maneira fiel ao livro, quando ele retrata uma experiência com cenouras:

"Precisamos de duas cenouras, mas temos que escolher bem: que sejam frescas e tenham cabos e folhas inteiros nas pontas. Corta-se todo o verde de uma das cenouras, e guardam-se as duas na geladeira, em sacos plásticos individuais, durante uma semana. E agora a prova de fogo: será preciso comer um pouco de cada uma e descobrir qual delas está melhor... Para evitar tanto suspense: a cenoura sem folhas parece que está melhor. Por quê? Porque... ESTÁ VIVA! A cenoura é parte da raiz da planta. Quando deixamos as folhas, elas continuam usando nutrientes e água da raiz, o que a torna mais insípida e seca." E você ainda vai comer cenoura? Vai comer uma coisa viva? Como você é cruel...

E, para finalizar, a criação de animais está contribuindo para a derrubada de florestas etc. Isto não é um problema apenas da pecuária e sim da agropecuária, ou seja, florestas sendo derrubadas para produzir alimentos. Entretanto, isto é outra história que vou voltar a ela no futuro.
Bem, acho que é mais ou menos isto. Ainda teria as hortaliças, alface, couve etc. que arrancamos o pé inteiro para comer e, quanto mais jovem, mais macias as plantas. Cruel, não?

Da minha parte, acho que todo excesso é ruim. Portanto, se quiserem proteger mesmo a vida, comam apenas frutos caídos do chão (como os mais radicais fazem). Da minha parte, já me considero evoluído na cadeia alimentar para poder comer tanto comida de origem animal, quanto vegetal. É isso aí.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Anchova assada com banana


Depois de um bom tempo sem postar novas receitas (absoluta falta de tempo de cozinhar), segue uma que fiz no domingo, uma anchova com pedaços de banana. Esta foi criação minha, baseada em algumas coisas que já comi.
Particularmente, ficou uma delícia.

Ingredientes para 4 pessoas
1 anchova média espalmada (1,5 kg mais ou menos)
1 cebola grande picada
6 dentes de alho picados
1 banana verde (começando a madurar) descascada picada
suco de 2 limões
Sal, pimenta, azeite, alfavaca e açafrão a gosto

Modo de fazer:
Tempere a anchova com sal, pimenta e açafrão. Jogue o suco dos limões por cima. Então cubra com a mistura de cebola e tomate e, finalmente, cubra com folhas de alfavaca. Cubra com papel alumínio ou filme plástico e leve à geladeira por uma noite, de preferência, já no refratário que vai usar para assar.
No dia seguinte, tire as folhas de alfavaca, regue com azeite (o azeite vai se misturar com o suco de limão e vai ficar um pouco sobrando no refratário. Não tem problema, aliás, jogar este caldo no peixe depois de pronto fica muito bom)
Logo após, cubra com pedacinhos de banana e leve ao forno médio (200 a 220 graus) envolto no papel alumínio por cerca de 40 minutos. Retire o papel alumínio e deixe no forno, na mesma temperaturo por mais meia hora, ou até o peixe ficar bem firme.