sábado, 28 de novembro de 2009

Receita de Macarrão com Linguiça Blumenau



Este é um dos pratos prediletos de quem me visita em casa. O preparo é bem simples, mas os ingredientes são um pouco difíceis de encontrar.
Ingredientes:
100 gr de talharim por pessoa.
80 a 100 gr de linguiça Blumenau por pessoa. Linguiça Blumenau, além de ser encontrada no Vale do Itajaí, pode ser encontrada no litoral de SC, em Curitiba e algumas outras cidades catarinenses e gaúchas. Em São Paulo capital se encontra no Mercado Municipal. Se não conseguir linguiça Blumenau, pode ser linguiça colonial ou outra linguiça com pouca gordura.
Sal, cebola, alho, cebolinha e salsinha a gosto.
Molho de tomate (para fazer o molho de tomate, consulte o post: http://receitasdonego.blogspot.com/2009/11/molho-de-tomate-especial.html)

Modo de fazer:
Cozinhe o macarrão em água e sal (se o macarrão é de boa qualidade, não há necessidade de azeite).
Numa outra panela, refogue a cebola e o alho. Depois, frite a linguiça até ficar bem frita (mas não tostada como se fosse comer feito aperitivo).
Depois da linguiça frita, jogue o macarrão cozido dentro da panela e regue com o molho de tomate (só regar, ele não deve ficar banhado no molho) e mexa por uns 2 a 3 minutos.
Jogue cebolinha e salsinha a gosto por cima e sirva.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Pãozinho no forno da Tia Irene



Esta é uma receita criada pela minha Tia Irene. É algo que eu adorava que ela fazia pra mim, desde criança.
Como não moro mais na mesma cidade dela, tive que aprender a fazer. Este eu fiz no domingo a noite. É uma ótima receita para um aperitivo ou até mesmo para um lanche completo.
Ingredientes para 2 pessoas (um lanche bem reforçado):
9 fatias de pão forma sem casca
6 fatias de mussarela e 6 de presunto
1 tomate e meia cebola.
Sal e orégano a gosto
Modo de fazer:
Corte as fatias do pão forma em 4, em forma de quadradinhos.
Corte as fatias da mussarela e do presunto em 6 (em tese, vão ficar, aproximadamente, do mesmo tamanho dos quadradinhos do pão).
Passe manteiga nos 36 quadradinhos de pão (bem pouca, para não encharcar o pão).
Coloque uma fatia de presunto e uma de mussarela em cima de cada pão (a mussarela sempre deve ficar por cima, para gratinar)
Faça uma vinagrete com o tomate e a cebola (temperado com um pouco de sal) e coloque em cima da mussarela.
Coloque orégano a gosto por cima.
Levar ao forno médio por 20 minutos ou até a mussarela gratinar.

domingo, 22 de novembro de 2009

Costelinhas de porco ao creme de leite


Esta receita de costelinha de porco foi feita hoje no almoço e foi extraída da coleção Cozinha Regional Brasileira - Paraíba da Abril Coleções.
Ingredientes para 4 pessoas
Costelinha:
1 kg de costelinha de porco
Sal e pimenta do reino a gosto
Suco de 1 limão
Creme:
2 colheres de sopa de manteiga sem sal
2 colheres de sopa de farinha de trigo
3 copos de leite quente
1 colher de sopa de queijo parmesão ralado
3 colheres de sopa de queijo prato ralado
noz moscada e pimenta do reino a gosto
1/2 lata de creme de leite

Modo de fazer
Tempere a costelinha com sal, pimenta e o limão e deixe marinar por 2 horas (eu deixei por duas horas e meia).
Faça o creme em uma panela da seguinte forma: com a manteiga, farinha, leite, noz moscada e sal faça o molho branco (para a receita do molho, consulte o post: http://receitasdonego.blogspot.com/2009/11/molho-branco.html) e coloque um pouco de pimenta, mexendo até virar o creme. Despeje os queijos e mexa até o queijo derreter. Desligue o fogo e acrescente o creme de leite aos poucos e mexa.
Num refratário untado, coloque a costelinha e o creme por cima, deixando assar em fogo médio por 40 minutos (apesar de na receita falar em 40 minutos, eu deixei 1 hora, pois achei que com 40 minutos a costelinha ficou muito "branca") até a carne ficar macia.
Sirva com arroz branco

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Qualidade cervejas nacionais

Muito se briga e se discute sobre a qualidade das cervejas nacionais, se é boa ou se não é boa, se tem ou não qualidade.
Temos que analisar, na verdade, dois pontos, a composição da cerveja e a temperatura que ela é ingerida.
Em relação à composição, a enorme maioria das cervejas comerciais é feita de malte, água, lúpulo e cereais não maltados (normalmente arroz ou trigo).  Existe uma Lei Alemã de Pureza de cerveja, de 1.516 (isso mesmo, quase 500 anos) onde diz que a composição de uma cerveja deve ser: "malte de cevada, lúpulo e água" (íntegra da lei disponível em http://www.eisenbahn.com.br/estacao/mundo_lei.php?rolagemIE=1). O que diferencia a cerveja comercial das cervejas que seguem a Lei de Pureza é justamente o cereal não maltado, um cereal usado para baratear a cerveja (uma cerveja que segue a Lei de Pureza não sai por menos de R$ 2,50 a long neck em supermercado).
Um outro item a ser considerado é a temperatura de consumo da cerveja. Uma cerveja Pilsen deve ser tomada nunca a menos de 2 graus Celsius positivos. Se isto é conhecido por muitos, por que recomendam que tomemos a cerveja estupidamente gelada? Ainda fazem propaganda da cerveja "gelaaaaadaaaa". Isto acontece, não porque no Brasil é muito quente (mesmo em dias quentes, tomar uma cerveja Pilsen de qualidade a 2 graus Celsius positivos mata a sede e refresca), mas sim porque a cerveja nacional é ruim e, os mestres cervejeiros sabem que em temperaturas muito baixas, há o congelamento das papilas gustativas, que são estruturas que ficam na língua que faz o reconhecimento do sabor de alimentos e bebidas. Quando você bebe uma cerveja muito gelada as papilas gustativas se fecham fazendo com que o sabor desapareça, ou seja, todas as cervejas ficam parecidas. Para maiores informações sobre as papilas gustativas, consultem http://www.infoterm.com.br/cerveja.asp ou http://www.afh.bio.br/sentidos/Sentidos9.asp.
Entretanto, nem tudo está perdido. Há diversas cervejas premium e chopps muito bons, tais como Eisenbahn, Devassa, Baden Baden, Schornstein , Das Bier, Bierland etc.

Famílias e tipos de cervejas

Neste post vamos tratar sobre famílias e tipos de cerveja. Todo o posto foi retirado de: http://www.eisenbahn.com.br/estacao/mundo.php, sendo cópia na íntegra.
Famílias de Cervejas:
ALES e LAGERS
Os estilos de cerveja são, em geral, divididos em duas famílias denominadas Ales e Lagers. A principal diferença entre elas é o tipo de fermentação empregada no processo. Confira cada uma delas:
ALES
As ALES são fermentadas com o fermento Saccharomyces Cerevisiae, a temperaturas mais altas que as LAGERS. Essa temperatura gira, dependendo do tipo de cerveja, em torno de 20º C.
Além disso, o fermento tende a ficar em suspensão no tanque durante o processo de fermentação. Por esses motivos são consideradas cervejas de alta fermentação.
O resultado deste processo são cervejas geralmente frutadas, que se caracterizam por apresentarem aromas e sabores complexos, com notas, em muitos casos, de especiarias.
Como os padres foram grandes produtores de cerveja, o termo ALE, acredita-se, vem da palavra anglo-saxã ALU, que significava um êxtase religioso.
O fato de serem consideradas cervejas de alta fermentação não significa que tenham necessariamente teor alcoólico mais alto que as Lagers. Também não são necessariamente escuras. Existes Ales de baixo e alto teor alcoólico, assim como claras e escuras. Até o ano de 1400, quando se começou a fabricar cervejas Lager, todas as cervejas eram Ales.
Confira alguns tipos de Ales:
Cervejas de Trigo
Cervejas geralmente produzidas com 50% de malte de trigo e 50% de malte de cevada. Variam entre as bem claras e leves, como as Weizenbier, indo até as mais alcoólicas, escuras e encorpadas, como as Weizenbock. Geralmente não são filtradas. São cervejas que tradicionalmente apresentam aromas de banana e cravo.
Ales Belgas
É um vasto grupo de cervejas especiais, que incluem as Dubbee, Tripel e Strong Golden Ales, entre outras.
Amber Ale
É um termo usado por muitos cervejeiros norte-americanos para denotar uma cerveja produzida com alta percentagem de malte caramelo. Essas cervejas são frequentemente adocicadas, com aroma de nozes, caramelo e tostado. O caráter de lúpulo varia desde leve a muito pronunciado.
Ales Alemãs
São frequentemente chamadas de Altbiers ou Alt. “Alt” é a palavra alemã para “velho” e refere-se ao estilo de cerveja produzido antes da descoberta dos fermentos tipo “lager”. Somada as Alttbier, de cor cobre e alta lupulagem, típicas da cidade de Düsseldorf, há o estilo Kölsch, dourada e de baixo amargor, da cidade de Colônia.
Porter e Stouts
São as mais escuras na família das Ales. Fazem parte da escola britânica. Podem variar de doces e achocolatadas a secas e tostadas. LAGERS
As lagers são as chamadas cervejas de baixa fermentação. Fermentadas a temperaturas mais baixas que as ALES, em torno de 10º C, são produzidas com o fermento Saccharomyces Carlsbergensis.
São muito pouco ou nada frutadas, com aromas e sabores de cereais (cevada e/ou trigo), pão e lúpulo. No caso das Lagers escuras, predomina o sabor de cereal torrado, parecido com o do café.
Assim como acontece com as Ales, existem Lagers de baixo e alto tero alcoólico, assim como escuras e claras.
Acredita-se que as Lagers surgiram por volta de 1400, no sul da Alemanha. Como a produção de cerveja exige temperaturas amenas, não se produzia cerveja no verão, já que a refrigeração foi inventada somente em 1873. Os alemães descobriram que sob os Alpes a temperatura ficava baixa mesmo no verão. Com isso, passaram a produzir maiores quantidades na primavera e armazenavam a cerveja nesses “armazéns” sob as montanhas. Como a temperatura nessas cavernas ficava bem abaixo dos 20º C, houve uma mutação no fermento da ALE utilizado até então, passando a se adaptar melhor a temperaturas mais baixas. O resultado foram cervejas mais límpidas e menos complexas que as existentes até então.
LAGER significa armazém em alemão. Daí a origem do nome dessa família.
Alguns tipos de Lagers:
Pilsen
Cerveja mais consumida no mundo. Atingiu sucesso devido a sua cor dourada, diferente das cervejas escuras da época, e de seu sabor mais leve.
Originária da cidade de Pilsen, na República Tcheca, em 1842.
Dunkel
Significa escuro em alemão. São, portanto, cervejas escuras, produzidas com malte de cevada torrado.
Bock
São cervejas com teor alcoólico que varia de 6,8% a 8,75%.
De coloração avermelhadas para marrom, são cervejas encorpadas. Originárias de Einbock, na Alemanha.
Rauchbier
Cervejas defumadas típicas da cidade de Bamberg, na Alemanha.
Entre Ales e Lagers existem no mundo em torno de 120 diferentes estilos de cerveja

Harmonização de Cervejas

Vamos a alguns posts sobre algo que eu, particularmente, aprecio bastante que é cerveja. Muito se fala de harmonização de gastronomia e vinho, mas pouco se fala sobre harmonização de gastronomia e cerveja.
Vou usar como base uma das melhores cervejarias artesanais do Brasil, Eisenbahn, com sede em Blumenau (mas não mais blumenauense, agora adquirida pela Schincariol), com prêmios reconhecidos no exterior. O link com todas as dicas encontra-se em: http://www.eisenbahn.com.br/estacao/harmonizacao.php e http://www.eisenbahn.com.br/estacao/queijos.php.
Resumindo, o que sempre uso é o seguinte:
Se você é conhecedor de vinhos, pense em uma Ale escura como um vinho tinto e em uma Lager clara como um vinho branco. Pense em cervejas de alto amargor como vinhos bem ácidos ou com bastante taninos.
Em um "Beer Dinner" (jantar com cerveja), procure servir as cervejas e pratos mais leves primeiro, crescendo em peso e intensidade no decorrer da refeição, para que as mais encorpadas não façam com que as leves pareçam “aguadas”. O mesmo vale para cervejas secas (amargas) e doces. Comece pelas secas.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Molho Branco

Aqui vai mais um molho, talvez o mais fácil para se fazer. Esta receita dá para um prato para duas pessoas.
Ingredientes:
2 colheres de sopa de manteiga sem sal
2 colheres de farinha de trigo
2 xícaras de chá de leite
sal e noz moscada a gosto.

Modo de fazer:
Aqueça a manteiga numa pequena frigideira alta (ou alguma outra panela para o molho) em fogo médio
Depois da manteiga aquecida, jogue a farinha e comece a mexer. Mexa bastante, até formar uma pasta, sem pelotas.
Acrescente então o leite e mexa bem, temperando com sal e noz moscada a gosto. Para deixar o molho mais ralo ou mais grosso é só questão de tempo de fogo. Quanto maior o tempo de fogo, mais grosso ele fica. Se precisar, pode jogar um pouco mais de leite.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Molho de Tomate Especial

Hoje não teremos uma receita com foto pois é uma receita de molho base de tomate. Esta receita é usada muitas vezes em restaurantes, por ser possível fazer em grande quantidade de maneira fácil. A quantidade que vou passar aqui dá para uns 2 a 3 litros de molho (nunca fiz uma medição precisa na verdade). O molho pode ser congelado sem problema algum, depois, quando for usar, basta descongelar e já estará pronto para uso.

Ingredientes:
5 cebolas
15 tomates maduros (a proporção é sempre 3 tomates para 1 cebola)
1 maço de cheiro verde
1 maço de manjericão (opcional)
sal e alho a gosto.
Caldo de carne, frango, legumes etc (opcional)

Modo de fazer:
Coloque para dourar o alho e a cebola. A cebola deve ser cortada em 4 (de maneira grosseira mesmo, sem picar muito).
Frite a cebola e o alho até a cebola se desprender e ficar transparente. Aqui pode querer grudar a cebola no fundo da panela, logo é fundamental que você fique mexendo para não grudar.
Junte os tomates cortados também em 4 (com casca e semente). Deixe cozinhando, mexendo de vez em quando, até o tomate formar uma água que cubra a mistura e desligue a panela.
Deixe esfriar e bata esta mistura no liquidificador (sem peneirar, nem nada).
Coloque esta massa batida de volta na panela e adicione o sal, o caldo de carne, frango, legumes etc (opcional), o cheiro verde e o manjericão (opcional). Como o cheiro verde e o manjericão irão ser retirados depois, recomenda-se amarrar os maços para ser mais fácil depois.
Se sentir que o molho está mais grosso do que você deseja, adicione água até ele ficar na consistência desejada.

Observações:
Este molho é molho de base. Ou seja, para fazer um molho bolonhesa, basta fazer a carne e adicionar o molho. Para um molho ao sugo, não é recomendável usar só ele, é recomendável fazer uma base de cebola e tomate, para ficar um pouco de pedaços também. Pode ser usado para qualquer tipo de molho vermelho.

domingo, 1 de novembro de 2009

Receita de Salmão ao Vinho e Creme de Cebola

Ingredientes (para 3 a 4 pessoas):
1 kg de salmão (filé)
Alecrim, coentro, pimenta branca, alho picado (ou pasta de alho) e sal a gosto
2 xícaras de vinho branco seco
Meio pacote de creme de cebola
Azeitonas pretas a gosto
Manteiga sem sal
Azeite extra virgem

Para marinar o salmão
Coloque o salmão em um refratário e adicione o vinho (o suficiente para cobrir a peça)com ramos de alecrim e coentro (em pó ou em folha)com uma pitada de pimenta branca.
Deixe marinar na geladeira por 3 horas.

Para assar
Tire todo o líquido do refratário, deixando apenas o salmão com a pele para baixo (pode forrar com papel alumínio se preferir).
Tempere com sal a gosto (deixe um ponto a menos de sal, pois o creme de cebola contém um pouco de sal).
Passe alho por cima do peixe e volte os ramos de alecrim e regue com um pouco (não pode banhar) do vinho usado anteriormente.
Passe manteira no peixe. Se a manteiga estiver dura, aqueça por 1 minuto no forno micro ondas e espere esfriar (se jogar ela quente já vai dar um cozimento indesejado na peça).
Por último, jogue creme de cebola por toda a extensão do peixe (como se fosse empaná-lo).
Regue tudo com azeite extra virgem.
Assar em fogo médio por cerca de 40 minutos.

Para comer, pode jogar mais um pouco de azeite e limão.

Para acompanhar, vinho branco ou cerveja do tipo pilsen, lager clara, weizen ou kölsch (a mais indicada).

Se tudo correr bem, o prato ficará mais ou menos assim depois de pronto (nesta foto foi colocado vagem e batatas pré-cozidas junto para assar, mas é opcional)


quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Receita de Costela Assada com Bacon e Linguiça

Seguindo as receitas, vamos a uma receita de costela assada. Receita simples e extremamente saborosa. Esta receita dá para se fazer para quantas pessoas quiser, tudo vai depender do tamanho da sua forma.
Ingredientes:
Uma ripa de costela (este prato dá um osso por pessoa, então uma ripa com 6 ossinhos, dá, em tese, para 6 pessoas adultas).
Bacon, linguiça calabresa ou toscana, cebola, tomate, cenoura, batata, shoyu, folha de louro e alecrim (não vou dar as quantidades, vocês verão logo abaixo por que).
Modo de fazer:
Unte a forma ou refratário com azeite ou manteiga.
Coloque a costela temperada do seu modo preferido (eu uso essencialmente sal e uma pitada de pimenta do reino, mas pode se usar tempero completo também) no refratário com o osso para baixo.
Em cima da costela coloque, de modo a cobrir a carne, sem sobrar (pode até deixar um pouco de carne exposta), pela ordem: louro, alecrim, bacon, cebola (em rodela), tomate (em rodela) e a linguiça (em pedaços pequenos).
Regue com um pouco de shoyu (não encharque, pois, na hora de assar, vai soltar gordura e, tendo muito shoyu vai ficar cenoura e batata boiando).
Coloque batata em pedaço e cenoura em rodela (ambas cruas e a batata com um pouco de sal) ao redor da carne.
Cubra com papel alumínio.
Leve ao forno médio por 2 horas e meia.
Tire o papel alumínio e deixe mais uns 30 minutos para dourar.
Observações:
Esse tempo é para costela brasileira. Se for usar costela uruguaia (agora começando a chegar em mercados, principalmente no sul, devido ao dólar barato), não cubra com papel alumínio e diminua o tempo de forno pela metade.
Se for usar forno elétrico, os últimos 30 minutos devem ser no modo gratinar ou apenas com a parte de cima ligada (isso varia de forno para forno).
As folhas de louro e o alecrim devem ser retirados antes de comer.
Sugestão de acompanhamento: arroz e salada já basta. Para beber, uma cerveja mais encorpada, tipo ale ou escura (mas não tipo caracu ou malzbier, que são cervejas doces).
Olhem como fica o prato depois de pronto: